quarta-feira, abril 14, 2004
Revelo agora um poema, feito por mim à um tempo atrás, sobre um sonho que eu pensei ser possivel concretizar. Um poema que neste momento já não vai acarretar qualquer tipo de consequências para mim, por isso aqui o liberto:
A estação de rádio que eu ligo no carro
Tu és o meu banho quente quando acordo,
o meu café quando estou cansado,
a minha almofada depois de uma longa noite,
o aconchego da lareira quando está a chover,
o sabor do primeiro gole de cerveja na esplanada do bar da praia
Tu és o pôr-do-sol que vislumbro da minha varanda,
a frescura de um mergulho na piscina numa tarde de verão,
o som dos pássaros a cantar enquanto fito o oceano
Tu és aquela brisa de ar fresco que acaricia a minha face quando está calor,
o meu sonho mais risonho,
o meu pensamento do dia,
a minha inspiração para escrever,
a autora do meu sorriso,
sim sim, tu és a estação de rádio que eu ligo no carro...
Ps: até á próxima
A estação de rádio que eu ligo no carro
Tu és o meu banho quente quando acordo,
o meu café quando estou cansado,
a minha almofada depois de uma longa noite,
o aconchego da lareira quando está a chover,
o sabor do primeiro gole de cerveja na esplanada do bar da praia
Tu és o pôr-do-sol que vislumbro da minha varanda,
a frescura de um mergulho na piscina numa tarde de verão,
o som dos pássaros a cantar enquanto fito o oceano
Tu és aquela brisa de ar fresco que acaricia a minha face quando está calor,
o meu sonho mais risonho,
o meu pensamento do dia,
a minha inspiração para escrever,
a autora do meu sorriso,
sim sim, tu és a estação de rádio que eu ligo no carro...
Ps: até á próxima
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