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Meter A Minha Mãe é Virgem <$BlogRSDURL$>
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sábado, outubro 30, 2004

Toda a literatura que me tem vindo parar aos olhos tem-me feito reflectir numa simples questão: Ser poeta, é falar filosoficamente sobre questões que ninguem percebe, por isso aqui vai a minha tentativa:

Ovos mexidos com alface, belos os pingos de agua salgada que te iluminam!
Nos penus carecas revejo-me ao meu reflexo sabido e antes de ontem nao sabia mais nada. Todos sentimos a mistela tranquila amarela que não consta no pedido de irs, e as patas do meu cavalo video/dvd gigantesco erepúdio saudita.
Clássico dentro da promiscuo indeterminado cascalho sujo, obséquio nunca antes pedido a troco de uma ida e volta a nao sei onde. E é isto! É isto a vida bonita que me faz saltar para o passeio sendo imediatamente atropelado por um triciclo de três rodas flamejantes. Foram três... Foram três os que ja foram e ainda mais estão para vir. No reflexo abominável esborracho o meu descontentamento de alegria. Agora, somos manipulados por castanhas envernizadas... aquelas que por meio de elúcidações se deixam corromper pela unicidade da política, axiomáticamente teclando.
Ai! A Ucrania...




desculpem...
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